Desenvolver esta capacitação possibilitou ampliar o entendimento sobre a politica e modificar os conceitos em relação ao atendimento humanizado a esta parcela da população.
23.9.14
ÚLTIMOS DIAS DE CAPACITAÇÃO SAÚDE DO HOMEM
A Capacitação intitulada como Saúde do Homem foi concluída no dia 17 de setembro com muito êxito. Participaram 27 profissionais dos municípios do meio oeste, que tiveram como atividade durante a capacitação, fazer uma avaliação da política de saúde do homem em seus municípios bem como apresentação de uma proposta de implantação da politica.
Desenvolver esta capacitação possibilitou ampliar o entendimento sobre a politica e modificar os conceitos em relação ao atendimento humanizado a esta parcela da população.
Desenvolver esta capacitação possibilitou ampliar o entendimento sobre a politica e modificar os conceitos em relação ao atendimento humanizado a esta parcela da população.
22.9.14
Capacitação em Atualização do Tratamento de Feridas
Nos dias 09 e 11 de junho de 2014, foi realizado no município
de Luzerna, atualização em Tratamento de Feridas, desenvolvido pela Cies Meio
Oeste. Participou desta atualização enfermeiros e técnicos de enfermagem da
Atenção Básica e Hospitais.
O intuito desta atualização é ampliar e promover troca de
conhecimento entre os profissionais da região em relação as atualidades na técnica
de curativos. Como encerramento da capacitação, foi desenvolvido quatro hora de
aula prática, onde diversas duvidas foram sanadas.
Participaram da capacitação 45 profissionais.
Participaram da capacitação 45 profissionais.
21.9.14
Pesquisa do CFO Realizada Pelo Datafolha Sobre Hábitos, Comportamentos e Atitudes
O profissional da Odontologia é
bem avaliado pelos brasileiros,
mas o cidadão ainda desconhece
os seus direitos de atendimento
público universalizado
Direito a serviços públicos de qualidade na saúde bucal; acesso ao cirurgião-dentista; Odontologia de emergência; conhecimento das políticas públicas; e avaliação do atendimento ao cidadão. Afinal, como anda a saúde bucal do brasileiro? Estes são alguns motivos pelos quais o CFO encomendou ao Datafolha uma pesquisa sobre comportamento, conhecimento e hábitos,que avaliou questões estratégicas a respeito do tema. O Conselho quis ouvir a população sobre os pontos positivos e negativos dos serviços odontológicos públicos e privados oferecidos e saber como eles chegam às pessoas.
Para o CFO, é importante buscar, junto aos CROs, o aprimoramento dos serviços, além da sua atuação na regulação do ofício odontológico.
Metodologia da Pesquisa – o Datafolha montou uma amostra de 2.085 entrevistados, a partir dos 16 anos de idade, de todos os níveis econômicos e de todas as regiões do país, reproduzindo a população brasileira adulta de 148,9 milhões de pessoas em termos de distribuição territorial, renda, grau de instrução, sexo e idade. Foram realizadas entrevistas em 133 municípios de grande, médio e pequeno porte, em cidades da região metropolitana e do interior. A margem de erro da pesquisa é de 2,0 pontos percentuais.
Principais Resultados – para grande satisfação do CFO, a pesquisa revelou que os brasileiros dão nota 9 para o atendimento recebido do cirurgião-dentista. Na esfera pública, a nota é 8,5 e, na particular, sobe para 9,2. São notas que demonstram a capacidade e a qualidade dos nossos profissionais.
Para 59% dos brasileiros, o estado de saúde bucal é ótimo ou bom. Este número é puxado pelos mais jovens, mais escolarizados e das classes sociais mais altas – 10% dos brasileiros consideram a sua saúde bucal ruim ou péssima. Dos entrevistados que não estavam em tratamento, 68% afirmam que vão ao cirurgião-dentista pelo menos uma vez por ano, 11% declaram que não costumam ir ao cirurgião-dentista. Nesse segmento, destacam-se os mais velhos, com ensino fundamental, menor renda, moradores do Nordeste e de cidades do interior.
Apenas 2% dos entrevistados nunca foram ao cirurgião-dentista: o número é baixo porque a população entrevistada é composta por pessoas com idade acima de 16 anos. Quanto ao acesso ao serviço odontológico, 81% informam que sua cidade tem atendimento odontológico público, 95% é privado e 35% gratuito.
No atendimento público em si-
tuações de emergência, a pesquisa mostra que há muito a evoluir e que existe, sem dúvida, uma necessidade de ampliar a oferta de serviços odontológicos: 66% declaram não conseguir atendimento público de urgência.
Pela pesquisa, podemos cogitar que, em 2013 e durante os cinco primeiros meses de 2014, 111 milhões de pessoas foram ao cirurgião-dentista.Destes, 70% utilizaram serviço particular e apenas 28%, o público.
Esse é outro dado que indica necessidade de ampliar as políticas públicas para melhorar a saúde bucal do país.
Os procedimentos mais procurados no atendimento público: 33% para extração, 30% limpeza, 27% obturação ou restauração. No privado, foram 40% para limpeza, 25% obturação ou restauração, 17% extração. A pesquisa mostra, claramente, que a dificuldade de acesso a um tratamento continuado praticamente dobra o número de extrações no atendimento público. Tanto que apenas 4% dos entrevistados citam tratamento de canal, contra 12% no serviço particular.
Praticamente, um a cada quatro brasileiros iniciam um tratamento, mas não concluem. Aqui surge um dado relevante: nos serviços públicos, apenas 6% fazem essa alegação e o maior problema é de agendamento de consultas (23%). Nos serviços particulares, agendar consultas não é impedimento, com apenas 2%, mas 23% não concluem por falta de condições financeiras.
Portanto, no particular, o problema para o tratamento inacabado é o seu custo.
No público, é a falta de profissionais para um atendimento continuado.Mesmo com essas dificuldades, a pesquisa indica que 31 milhões de brasileiros estão fazendo algum tipo de tratamento odontológico.
Ao lado da boa avaliação do profissional da Odontologia, a pesquisa mostrou que os bons hábitos de saúde bucal estão sendo disseminados no país. Em média (49%), os brasileiros escovam os dentes três vezes por dia: 78% ao levantar, antes do café da manhã, 76% após o almoço e 61% antes de dormir. Quanto ao uso de fio dental, 57% informam que usam – 30% mais de uma vez por dia e 17% uma vez ao dia. Entrevistados com filhos até 18 anos: 72% já foram ao cirurgião-dentista, sendo que 48% vão uma vez a cada seis meses, indicando que a prevenção está cada vez mais divulgada.
A pesquisa também avaliou o Programa Brasil Sorridente, que é conhecido por apenas 32% dos brasileiros. Isto indica claro problema de divulgação, já que 55% dos entrevistados não sabem se existe este serviço na sua cidade e 33% afirmam que não existe.
Apenas 7% dos brasileiros declaram conhecer e estar bem informados sobre esse importante programa do governo federal. Assim, não surpreende que apenas 15% já utilizaram esses serviços. Em termos de qualidade, o programa é avaliado como bom e ótimo por 81% dos que já o utilizaram.
Atualmente, 2/3 dos brasileiros adultos (68%) não sabem que a legislação brasileira garante o atendimento a urgências odontológicas, à prevenção, à assistência e à reabilitação da saúde bucal. Quanto maior é a renda mensal familiar, o grau de instrução e o porte do município do entrevistado, pior é a percepção da efetividade dos direitos à saúde bucal.
É preciso mudar essa realidade. Muito já foi feito até agora, mas ainda há brasileiros desprotegidos.
Às vésperas de mais uma eleição presidencial, o CFO cumpre a sua missão institucional e leva aos candidatos as principais propostas de Odontologia, agora munido de dados concretos revelados por essa pesquisa inédita que, com certeza, irá sensibilizar as autoridades para os problemas de acesso a um serviço público com a qualidade e a quantidade que os brasileiros merecem.
fonte: CFO
18.9.14
Retinoblastoma
Informamos que hoje é o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma, tumor maligno que se desenvolve na retina e atinge cerca de 400 crianças todos os anos no Brasil.
17.9.14
Assinar:
Postagens (Atom)



















.gif)

